Caiado também planeja lidar com questões de segurança pública, propondo a classificação de facções criminosas como organizações terroristas. Além disso, o pré-candidato manifestou a intenção de conceder anistia aos envolvidos nos incidentes ocorridos em 8 de janeiro, um tema delicado e polêmico. “Encaminharei tudo isso no primeiro dia do meu governo. Não deixarei para o segundo. Quero que essas reformas sejam priorizadas desde o início”, enfatizou Caiado em sua fala.
Em relação à economia, o ex-governador apresentou uma proposta de estabilização da dívida pública em relação ao PIB no primeiro ano de mandato. Ele se comprometeu a trabalhar na redução desse índice em um ponto percentual ao ano posteriormente. “Se eu disser isso para os empresários, eles vão se sentir incentivados a investir no Brasil”, afirmou. A promessa de estabilização da dívida é vista como uma forma de restaurar a confiança econômica e estimular o crescimento.
Caiado não poupou críticas ao atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, especialmente em relação à iniciativa do programa Desenrola, que visa a renegociação de dívidas das famílias. Ele questionou a eficácia do programa, insinuando que o próprio Lula seria responsável por parte dos problemas financeiros enfrentados pela população. “Quem foi que enrolou o povo brasileiro com essa dívida toda? Hoje, o cidadão está sendo chamado a resolver a situação, enquanto o governo parece distante dos reais problemas que vive o povo”, declarou.
As propostas e críticas de Caiado, que já foi um nome expressivo na política goiana, reforçam suas intenções de apresentar-se como uma alternativa ao atual governo, buscando angariar votos em um cenário político ainda muito disputado.





