Cachorro sofre intoxicação e morre após se assustar com fogos de artifício durante jogo do Brasil em Maceió; tutora faz alerta sobre o uso de estampidos.

Tragédia em Maceió: Cão morre após se assustar com fogos de artifício

Na noite de sexta-feira, 20 de junho, durante um jogo da seleção brasileira de futebol, um caso lamentável ocorreu no bairro Santa Lúcia, em Maceió. Nicky, um husky siberiano de apenas três anos, perdeu a vida após ter uma reação extrema ao barulho de fogos de artifício. Segundo sua tutora, Carla Luiza Rozendo, o cachorro nunca havia demonstrado tanta agitação em decorrência de barulhos antes, o que torna a situação especialmente trágica.

De acordo com Carla, o estardalhaço dos fogos deixou Nicky em estado de desorientação. Ele correu para um local da casa onde normalmente não ficava e acabou tendo contato com uma planta conhecida como abacaxi roxo, que é tóxica para cães. A tutora notou que, após o contato com a planta, o animal começou a apresentar sintomas preocupantes como vômitos e diarreia.

A situação se agravou ao longo do final de semana. Nicky, que permaneceu debilitado no sábado, foi levado a uma clínica veterinária no domingo. Carla descreveu o estado de seu animal ao chegar ao hospital, onde ele estava com a musculatura rígida e os olhos dilatados, apresentando um quadro de aparente espanto. Infelizmente, após quatro horas de atendimento, Nicky não sobreviveu.

Além da perda de seu amado pet, Carla decidiu usar sua história como um alerta sobre os perigos dos fogos de artifício. “Essa tragédia não foi apenas uma perda para a nossa família, mas um chamado para a conscientização sobre como esses barulhos afetam não só os animais, mas pessoas sensíveis, como crianças autistas, gestantes e idosos”, afirmou.

Ela expressou preocupações sobre a falta de fiscalização no uso de fogos e pediu por punições mais severas para quem desrespeita as normas que proíbem esses artefatos em áreas urbanas. Carla compartilhou seu relato nas redes sociais e recebeu diversas mensagens de apoio de outras pessoas que já passaram por experiências semelhantes, o que demonstra que essa não é uma questão isolada e que necessita de atenção da sociedade e do poder público.

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