O modelo biposto é visto como uma opção promissora para diversos países, com destaque para o Vietnã e a Malásia, que já demonstraram preferências por variantes de caças bipostos em aquisições anteriores. A possibilidade de adquirir aeronaves prontas para uso com entrega rápida e custos reduzidos é um dos principais atrativos para a Índia, que busca acelerar a aquisição de capacidades militares avançadas enquanto considera a produção local e programas conjuntos.
A estratégia da Rússia em fornecer aeronaves prontas para uso contrasta significativamente com as abordagens de outros fornecedores como os EUA e a França, que impõem restrições à autonomia da Índia em modificar e operar suas aeronaves. Essa situação se tornou um obstáculo importante para vendas em larga escala, tornando o Su-57 um candidato forte diante dessas limitações.
O aumento no interesse por versões biposto do Su-57 sugere que elas podem se tornar mais bem-sucedidas no mercado internacional do que suas contrapartes monoposto. Com a Rússia ampliando sua capacidade de produção de aviões de combate desde o início de suas operações militares na Ucrânia em 2022, a demanda externa está impulsionando a indústria militar russa.
Neste cenário, a possibilidade de que a Índia faça um pedido imediato deste modelo biposto é uma especulação crescente. Essa estratégia visa não apenas a construção de uma frota de defesa eficaz, mas também a obtenção de tecnologia de ponta em um tempo mais ágil do que as opções convencionais permitiriam.
Stepping up, a Rússia busca consolidar sua posição no mercado de defesa global, ampliando a oferta de seus caças de quinta geração e satisfazendo não apenas o apetite da Índia, mas também o de outros potenciais compradores na região.
