Durante uma coletiva de imprensa realizada neste sábado, 11 de abril, o presidente da Federação Mundial de Atletismo, Sebastian Coe, expressou entusiasmo ao falar sobre as potencialidades futuras do evento no Brasil. Coe, uma figura ilustre no mundo dos esportes, ressaltou a importância deste campeonato como um catalisador para que outras competições internacionais encontrem seu caminho para o Hemisfério Sul. “Espero que este seja apenas o começo. Este é um marco importante, e estou determinado a promover a marcha atlética em todo o mundo”, afirmou.
O dirigente também lembrou sua conexão emocional com o Brasil, citando uma das vitórias mais memoráveis da história do país nos Jogos Olímpicos, quando o atleta Joaquim Cruz conquistou a medalha de ouro em Los Angeles, em 1984. “É uma honra estar de volta em um país que faz parte da minha história como atleta. A emoção de ouvir o hino nacional do Brasil demorou mais que a própria corrida”, relembrou Coe, em um tom nostálgico que evidencia sua admiração pelo país.
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) compartilha do clima de celebração que permeia a cidade. O presidente da CBAt, Wlamir Motta Campos, destacou que a realização do Mundial é o resultado de um planejamento estratégico que visa desconstruir a ideia de que o Brasil não é capaz de sediar grandes eventos esportivos. “Quando assumi a presidência da CBAt, meu objetivo era claro: transformar o atletismo brasileiro. Estamos aqui para sonhar grande, quebrar paradigmas e mostrar que o impossível pode sim ser alcançado. O Mundial em Brasília é uma prova disso”, enfatizou Campos.
Com as atenções do mundo voltadas para Brasília, o Campeonato Mundial de Marcha Atlética promete não apenas ser um espetáculo esportivo, mas também um momento de celebração e união para todos os amantes do atletismo.
