Uma das ações tomadas foi a apresentação, pelo Brasil, de uma proposta de resolução no Conselho de Segurança da ONU, que pedia pausas humanitárias entre os ataques de Israel e do Hamas. Infelizmente, essa proposta foi vetada pelos Estados Unidos, dificultando a mediação brasileira para a resolução do conflito.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demonstrou apoio à trégua estabelecida entre Israel e Hamas para a troca de reféns por prisioneiros palestinos, defendendo a permanência dessa trégua como caminho para uma paz duradoura na região. O Brasil também tem se empenhado na libertação dos reféns mantidos pelo Hamas, junto com outros países.
A diplomacia brasileira tem levado a questão do cessar-fogo imediato aos fóruns internacionais, com o ministro Mauro Vieira viajando ao Oriente Médio para discutir a situação da guerra e buscar a retomada de negociações para alcançar a paz na região. O presidente Lula chegou a classificar os eventos em Gaza como genocídio e apoiou a abertura de um processo contra Israel na Corte Internacional de Justiça pelo mesmo crime.
Recentemente, a CIJ exigiu que Israel suspendesse os ataques na Faixa de Gaza, devido à falta de garantias para a proteção dos civis. O Brasil tem elogiado as medidas da Corte nesse sentido. O conflito entre Israel e Hamas segue sem uma trégua efetiva, completando oito meses na próxima semana. A esperança é que a comunidade internacional consiga mediar uma solução pacífica para essa crise que tem causado tantas vítimas.
