As exportações durante este período somaram US$ 27,59 bilhões, apresentando um crescimento de 9,7% quando comparadas a julho do ano passado. Por outro lado, as importações também registraram aumento, com um total de US$ 21,05 bilhões — uma alta de 7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Esses dados refletem uma corrente de comércio que cresceu 8,5%, atingindo um total de US$ 48,63 bilhões.
No acumulado do ano, de janeiro até a quarta semana de julho, as exportações continuaram sua trajetória de crescimento, totalizando US$ 212,36 bilhões, um aumento de 11,2% em relação ao mesmo período de 2025. As importações, embora tenham crescido, apresentaram um aumento mais modesto de 5,4%, totalizando US$ 163,46 bilhões. Isso resultou em um superávit acumulado de US$ 48,90 bilhões, um crescimento significativo de 36,2% em relação ao ano anterior.
Analisando o desempenho setorial, o agronegócio se destacou com um crescimento de 14,3%, alcançando US$ 6,40 bilhões. Já a indústria extrativa teve um aumento de 11,4%, totalizando US$ 6,48 bilhões, enquanto a indústria de transformação teve um crescimento de 6,4%, somando US$ 14,50 bilhões. A combinação desses resultados positivos evidencia a força do setor produtivo, que contribuiu decisivamente para o aumento das exportações, fortalecendo a posição do Brasil no comércio internacional.
O cenário atual sugere que, se as tendências se mantiverem, o país poderá continuar a registrar superávits significativos nos próximos meses, o que é um sinal alentador para a economia nacional.





