As ações planejadas abrangem uma variedade de áreas, incluindo saúde, educação, direitos humanos, justiça, comunicação, cultura, meio ambiente, agricultura, culinária e tecnologia. Universitários de 100 cursos de graduação, como Medicina, Enfermagem e Engenharia Florestal, serão os responsáveis por conduzir essas atividades, promovendo um intercâmbio essencial de conhecimentos entre as instituições de ensino e as comunidades atendidas.
A base operacional do projeto será em Marabá, e as atividades se estenderão por municípios como Abaetetuba, Parauapebas, e Bagre, entre outros. Conforme o coordenador-geral do Projeto Rondon, essa iniciativa não apenas promove ações pontuais, mas busca gerar impactos duradouros nas comunidades envolvidas. Para ele, o que se destaca nesse processo é a transformação que o projeto provoca, não só nas comunidades, mas também nas identidades e histórias de vida dos participantes.
A Operação Carimbó conta ainda com uma sólida parceria entre o Estado do Pará e as Forças Armadas. Estão previstas atividades culturais que envolverão as comunidades locais e uma frente de ação na Ilha de Marajó, além de um serviço de assistência médica e odontológica prestado pelo Navio de Assistência Hospitalar Sargento Lima, da Marinha do Brasil, às comunidades ribeirinhas.
O suporte logístico ficará a cargo do Exército Brasileiro, que providenciará a infraestrutura necessária, incluindo alojamento e alimentação. A Força Aérea Brasileira também desempenhará um papel fundamental, sendo responsável pelo transporte dos rondonistas do Rio de Janeiro a Marabá, utilizando a aeronave KC-390 Millennium.
O Projeto Rondon, coordenado pelo Ministério da Defesa, tem como premissa a participação ativa de universitários em ações de apoio a comunidades. Desde sua reativação em 2005, já beneficiou mais de 2 milhões de pessoas em 1.416 municípios brasileiros, demonstrando seu compromisso com a transformação social.
