Ao longo desse período, o Brasil conquistou quatro vitórias, dois empates e sofreu três derrotas. Isso resulta em um aproveitamento de aproximadamente 58%, considerando tanto as Eliminatórias Sul-Americanas quanto os amistosos realizados. Entretanto, um dado alarmante salta aos olhos: o Brasil não conseguiu vencer duas partidas seguidas em nenhuma das datas FIFA disputadas sob a liderança do treinador italiano.
Entre os jogos realizados, podemos destacar o empate sem gols contra o Equador e a vitória magra de 1 a 0 sobre o Paraguai, que foram seguidos por uma vitória convincente de 3 a 0 em cima do Chile. Contudo, esse otimismo foi rapidamente abalado pela derrota inesperada para a Bolívia, que acendeu dúvidas no trabalho do comando técnico. Outros resultados incluem uma vitória robusta contra a Coreia do Sul por 5 a 0, mas seguiu-se à derrota por 3 a 2 contra o Japão, evidenciando uma instabilidade preocupante.
Além disso, o Brasil encerrou sua jornada nas Eliminatórias com a pior campanha em anos, apesar de garantir a classificação para o mundial. O último compromisso foi uma dura derrota de 2 a 1 para a França, onde o time enfrentou um dos favoritos ao título e viu sua fragilidade exposta.
O próximo jogo, que acontece em Orlando contra a Croácia, se torna crucial. Com a pressão aumentando sobre a equipe e a necessidade de reverter a maré de resultados desfavoráveis, a expectativa é de que Ancelotti encontre soluções para estabilizar e motivar a Seleção em sua trajetória rumo ao Mundial. A torcida nacional aguarda ansiosamente por uma turnaround que possa reforçar a confiança e uma performance consistente nos próximos desafios.
