O evento contou com a presença de cerca de 300 pessoas, entre profissionais de coletivos como o Bahia pela Paz, Programa Corra pro Abraço, e representantes de movimentos sociais e organizações comunitárias. Também estiveram presentes mães de estudantes do Centro de Formação em Artes da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), enriquecendo a diversidade de vozes presentes na celebração.
Ao longo do mês de julho, a Casa da Igualdade Racial promoveu uma série de atividades que abordaram temas relevantes para a comunidade negra, como a educação, a saúde, a jornada de trabalho, práticas de autocuidado e literatura. Essas questões foram discutidas em rodas de conversa, proporcionando um ambiente de troca e aprendizado entre os participantes. O evento incluiu ainda um Sarau Escrevivências, onde foram lidos textos de autoras renomadas, como Carolina Maria de Jesus, Conceição Evaristo e Maya Angelou, além de produções literárias dos próprios participantes.
Cada uma das personalidades homenageadas foi escolhida com base em suas notáveis contribuições sociais, culturais e políticas, refletindo a luta e as conquistas da população negra no Brasil. A sala de Serviço Social agora leva o nome de Ivone Lara, ícone da música e da luta pelo reconhecimento negro. A Sala de Psicologia foi batizada em homenagem a Neusa Santos Souza, enquanto a sala de Atendimento Jurídico recepcionará o nome de Esperança Garcia. O mezanino da Casa, onde diversas atividades acontecem, foi nomeado em honra de Luiza Bairros, e a sala de Coordenação e Comunicação recebeu o nome de Lélia Gonzalez, uma referência de resistência e empoderamento.
Essa homenagem não apenas valoriza essas figuras históricas, mas também reforça a importância da luta pela igualdade racial e pela visibilidade da cultura afro-brasileira nas esferas sociais e artísticas do país.





