A prova foi marcada pela impressionante performance da equatoriana Paula Torres, que se destacou logo na sua estreia em maratonas, completando a prova em 3 horas, 24 minutos e 37 segundos. A italiana Sofia Fiorini ficou com a medalha de prata, terminando em 3 horas, 25 minutos e 42 segundos, enquanto outra equatoriana, Nathaly Leon, fechou o pódio com um tempo de 3 horas, 31 minutos e 47 segundos. A melhor representante brasileira foi Viviane Lyra, que finalizou a competição na quinta posição, cerca de três minutos após Nathaly. Gabriela de Sousa e Mayara Vicentainer completaram em 11º e 12º lugares, respectivamente.
Viviane Lyra teve uma corrida promissora, formando um pelotão com as italianas durante a prova. No entanto, ao se aproximar do km 24, a atleta começou a demonstrar sinais de cansaço, permitindo que suas adversárias se distanciassem. Vale ressaltar que o Brasil já havia alcançado um quinto lugar na competição anterior, em 2022, na cidade de Muscat, Omã, na prova de 35 km, mas essa conquista representa um avanço significativo para o país no cenário internacional.
No mesmo evento, o marchador Caio Bonfim, campeão mundial e medalhista olímpico, também brilhou. Ele iniciou a prova com um ritmo forte, mantendo-se entre os líderes até o km 16, quando assumiu a liderança. Na fase final, a disputa pela medalha de prata se intensificou entre Caio e o etíope Misgana Wakuma, mas Fortunato, da Itália, garantiu o primeiro lugar com o tempo de 1 hora, 27 minutos e 25 segundos. Bonfim, apenas três segundos atrás, assegurou a medalha de bronze ao terminar em 1h27min33, consolidando assim a performance brasileira em um evento que promoveu grandes emoções e histórias de superação.
