Durante uma coletiva em Pequim, o ministro enfatizou a Autonomia do Brasil em sua estratégia internacional, afirmando que não se deve prender o país a polarizações entre grandes potências, como os Estados Unidos e a China. Ele sublinhou a importância de traçar um plano voltado para o desenvolvimento sustentável em variados contextos globais.
O Brasil se tornará o pioneiro na América Latina ao emitir esses títulos, com a expectativa de captar até 5 bilhões de yuans, o equivalente a R$ 3,8 bilhões. O ministério da Fazenda salientou que essa medida tem como um de seus objetivos principais aprofundar a cooperação financeira entre as duas nações, em uma clara tentativa de fortalecer os laços econômicos e financeiros bilaterais.
No que tange à relação do Brasil com os Estados Unidos, o ministro comentou sobre as dificuldades impostas pelo governo Trump, que implementou tarifas desfavoráveis ao país. Ele considerou a situação “injusta”, argumentando que o Brasil enfrenta um déficit comercial em relação aos EUA, contrariamente à relação comercial mantida com a China. Para o Brasil, a diversificação de suas parcerias internacionais não deve sofrer limitações devido a pressões externas.
Além disso, uma nova unidade da Receita Federal será estabelecida em Pequim, com a nomeação de Andrea Costa Chaves como a primeira adida para assuntos tributários da nação na Ásia. O objetivo é facilitar o comércio bilateral, visando também a cooperar com as autoridades chinesas no combate ao crime organizado. Durigan enfatizou a relevância de acompanhar as transações comerciais entre os dois países, tendo em vista o aumento dos volumes de negócios e os riscos associados, como a identificação de remessas ilegais.
Com todas essas iniciativas, o Brasil reafirma seu compromisso em avançar nas relações com a China, promovendo ao mesmo tempo um caminho mais seguro e sólido em suas interações comerciais internacionais.
