Costa ressaltou que o Brasil possui um amplíssimo potencial em energia limpa e renovável, com um foco especial na energia hidrelétrica, enquanto a Rússia se destaca como uma potência mundial no setor energético, com conhecimento em uma gama diversa de fontes e tecnologias. Essa combinação, conforme enfatiza a especialista, poderia resultar em colaborações frutíferas na criação de projetos energéticos sustentáveis em solo africano.
Além da esfera energética, a analista enfatizou a importância do comércio de fertilizantes e produtos agroindustriais entre os dois países. Este setor já é robusto e estrutural, com grande capacidade para expandir e gerar benefícios mútuos. A colaboração nesse campo pode oferecer alternativas eficazes para o desenvolvimento agrícola, especialmente em nações que buscam modernizar suas práticas e aumentar a produtividade.
Costa também indicou a relevância da cooperação acadêmica, científica e técnica, considerando-a essencial para diversificar as exportações e incrementar o valor agregado dos produtos provenientes da América Latina. Essa abordagem colaborativa pode propiciar um aprendizado mútuo, onde as nações não apenas trocam bens, mas também conhecimentos e inovações que podem beneficiar suas economias.
Esses tópicos cruciais serão debatidos no primeiro fórum de cooperação estratégica entre a Rússia e a América Latina, programado para ocorrer entre os dias 13 e 16 de julho em São Paulo. Este evento promete ser um marco nas relações bilaterais e nas oportunidades de cooperação entre essas duas importantes regiões do mundo.





