O duelo mais aguardado é entre Brasil e Itália, um clássico do vôlei que traz à tona rivalidades históricas. O Brasil, que garantiu sua vaga na fase semifinal ao vencer o Japão de forma convincente por 3 sets a 1, contará com a ponteira Ana Cristina, que brilhou na partida anterior, acumulando impressionantes 29 pontos. Agora, a seleção brasileira enfrenta um verdadeiro desafio contra a Itália, que lidera o ranking mundial e é a atual campeã olímpica, além de ter conquistado os últimos dois títulos da VNL.
A última lembrança deste confronto é a derrota do Brasil por 3 sets a 1 na final da VNL de 2025, um deslize que deixou uma marca na equipe brasileira. No entanto, a edição atual traz uma esperança renovada, uma vez que o Brasil já conseguiu vencer as italianas durante a fase de classificação, quebrando uma impressionante sequência de 39 vitórias consecutivas da Itália. Vale ressaltar que, naquele jogo, as europeias não estavam com sua formação titular.
Por outro lado, a seleção italiana está determinada a reverter a situação. Para chegar até aqui, elas pressionaram a Holanda com uma vitória contundente de 3 sets a 0. As estrelas Paula Egonu e Ekaterina Antropova, entre outras, prometem estar em quadra, tornando o confronto ainda mais emocionante.
Na outra semifinal, Turquia e China se preparam para um embate surpreendente. As turcas, que não viviam seu melhor momento, superaram o Canadá por 3 sets a 1 e estão crentes de que podem buscar o bicampeonato da VNL. A seleção chinesa, que contava com o apoio da torcida em Macau, fez história ao eliminar os Estados Unidos, que vinham com a melhor campanha da fase preliminar, garantindo uma vaga na final pelo fato de ser a anfitriã.
Este reencontro entre Turquia e China reitera a rivalidade, já que as turcas foram as vencedoras da final de 2023 da VNL.
As semifinais da VNL Feminina acontecerão no sábado, 25 de julho, com Brasil e Itália se enfrentando às 5h (horário de Brasília) e Turquia enfrentando a China às 8h30. O que se espera são partidas repletas de emoção e a possibilidade de novas surpresas no cenário do vôlei feminino.
