A grande expectativa gira em torno da presença da meia-campista Marta, uma das figuras mais icônicas do futebol mundial. Apesar de ter se juntado à equipe no último treino, a forte atleta é considerada dúvida devido a um desconforto na coxa que a afastou de atividades anteriores. O técnico Arthur Elias demonstrou otimismo, observando que Marta teve um desempenho promissor no treinamento, mas aguardará a avaliação médica antes de decidir se a escalará para o confronto.
Marta, que não atua pela seleção desde agosto do ano passado, quando ajudou o Brasil a vencer a Copa América com uma performance decisiva na final contra a Colômbia, é uma das esperanças da torcida. Ao lado dela, a zagueira Rafaelle, que também retorna após a conquista da medalha de prata nas Olimpíadas de Paris, compõe um grupo que traz a experiência de outras jogadoras que brilharam no último ciclo olímpico.
Historicamente, os confrontos entre Brasil e Estados Unidos sempre foram acirrados. Desde que Arthur Elias assumiu o comando da seleção, as equipes já se enfrentaram quatro vezes, com os norte-americanos se destacando em finais de competições importantes, como a Copa Ouro e Jogos Olímpicos. No entanto, há espaço para otimismo do lado brasileiro, especialmente após uma vitória histórica em um amistoso realizado nos EUA, o que quebrou um jejum de dez anos sem triunfos contra os rivais.
A meio-campista Angelina, capitã da seleção, ressaltou a importância de jogar em casa e afirmou que a equipe está determinada a mudar a história dos confrontos diretos: “Sabemos que os Estados Unidos têm um histórico forte, mas queremos mudar isso. A vitória no último amistoso foi um bom começo, e jogando em nosso estádio, esperamos contar com o apoio da torcida.” Com isso, o jogo promete ser uma disputa intensa, repleta de rivalidade e emoção, embalada pelas expectativas de um público ansioso.
