O jogo começou de forma eletrizante, com as americanas abrindo o placar logo no primeiro minuto. A meia Lily Yohannes desarmou Mariza, possibilitando à atacante Sophie Wilson chutar no canto direito do gol, o que surpreendeu a goleira Lelê. Entretanto, a equipe brasileira não se deixou abater e rapidamente se lançou ao ataque. Com apenas seis minutos de jogo, Bia Zaneratto avançou pela direita e, após um rebote, Dudinha teve uma boa oportunidade, mas o chute foi para cima da meta.
A reação brasileira veio rápido, e aos dez minutos, um cruzamento de Isabela encontrou Taina Maranhão que, de cabeça, marcou o gol de empate. Triunfando logo em seguida, Bia Zaneratto fez uma bela jogada, se deslocando desde o círculo central até a área adversária, onde recebeu a assistência de Dudinha e colocou o Brasil à frente no marcador.
Ao longo do primeiro tempo, o Brasil se mostrou superior, pressionando o adversário e levando mais perigo ao gol. No entanto, em uma rara chance de perigo dos EUA, Wilson teve um cara a cara com Lelê, mas não conseguiu converter em gol.
No segundo tempo, os Estados Unidos voltaram com uma postura mais agressiva, dificultando a saída de bola do Brasil. Apesar da pressão, a equipe brasileira respondeu com substituições estratégicas, que trouxeram novos ares ao jogo – Arthur Elias promoveu a entrada de Yaya e Ludmila, além de outras quatro mudanças ao longo do segundo tempo.
O Brasil, embora tenha conseguido equilibrar o jogo e criar algumas oportunidades, não conseguiu ampliar o placar. Perigosamente, aos 45 minutos, Gio Garbelini teve uma grande chance de marcar, mas a goleira McGlynn fez a defesa. Nos instantes finais, a americana Jaedyn Shaw perdeu a chance do empate quase em cima da linha.
Com o apito final, a festa tomou conta das arquibancadas, onde mais de 31 mil torcedores celebraram uma vitória que inspira o Brasil para o próximo confronto com as norte-americanas, que ocorrerá na próxima terça-feira (9), na Arena Castelão, em Fortaleza. Este amistoso não apenas solidifica o crescimento do futebol feminino brasileiro, mas também reforça a competitividade entre as seleções.
