Brasil conquista o mundo com soft power: filme nacional premiado no Oscar revela o potencial cultural e humano do país.

O Brasil sempre foi conhecido mundialmente por sua magia inigualável, seja nos pés de Pelé e Garrincha, na revolução suave da Bossa Nova ou, mais recentemente, nas telas de cinema. O país acaba de conquistar o Oscar de melhor filme internacional com “Ainda estou aqui”, dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello. O filme narra a história de uma família feliz no Rio de Janeiro dos anos 1970, interrompida pela detenção e desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva, e do árduo caminho trilhado por sua viúva, Eunice Paiva.

Esta obra cinematográfica trouxe à tona a história recente de uma ditadura nos trópicos, mostrando um Brasil que soube erguer sua democracia após duas décadas de autoritarismo. O filme convida o mundo a se conectar com as raízes profundamente humanas do país, que busca preservar sua diversidade social, cultural e ambiental.

Embora o Brasil não esteja sempre em evidência no cenário internacional, conquista corações pelo seu jeito peculiar de enfrentar as dificuldades com alegria e bem-viver. Este soft power brasileiro, baseado em sua cultura e ambientalismo, tem o potencial de atrair atenção e respeito ao redor do mundo.

No entanto, é preciso que o país valorize e invista em seu potencial de soft power, destacando-se não apenas pelas belezas naturais, mas também pela sua rica cultura e compromisso ambiental. A preservação das florestas, a proteção da biodiversidade e a promoção de energias renováveis são caminhos essenciais para fortalecer a imagem do Brasil no cenário global.

É hora de o Brasil se mostrar ao mundo em toda a sua diversidade e potencial. As notícias negativas de crime e desmatamento não podem definir a imagem do país. Há muito mais a ser explorado e divulgado, e o cinema é apenas uma das formas de encantar o mundo com a verdadeira essência brasileira.

Sair da versão mobile