O desempenho dessas atletas foi crucial para assegurar a terceira colocação, com o Brasil somando 28 pontos na classificação final. A pontuação foi obtida pela soma das classificações individuais: Viviane Lyra alcançou um respeitável quinto lugar, enquanto Gabriela de Sousa ficou em 11º, seguida de Mayara Luize Vicentainer, que completou a prova em 12º. O equilíbrio e a consistência das marchadoras foram determinantes para que o Brasil se destacasse, ficando atrás apenas do Equador e da Itália, que ocuparão o primeiro e segundo lugares, respectivamente, com 12 e 13 pontos.
Este feito representa a terceira medalha do Brasil em Mundiais de marcha atlética, sendo que as conquistas anteriores foram feitas por Eric Sena, que ganhou a prata em 2015 e o bronze em 2019. A inclusão da categoria de equipes trouxe uma nova dinâmica à competição, e a equipe feminina do Brasil mostrou que está em ascensão no cenário internacional.
Enquanto isso, na Esplanada dos Ministérios, a competição masculina da meia-maratona prosseguia, com os atletas brasileiros Caio Bonfim, Max Batista dos Santos e Lucas Mazzo em ação. Caio Bonfim, um dos representantes mais experientes da equipe, já possui uma trajetória destacada, incluindo quatro medalhas em Mundiais de atletismo, sendo um ouro e dois bronzes nos 20 km e uma prata nos 35 km. Ele, que também garantiu a prata nos 20 km nas Olimpíadas de Paris em 2024, representa não apenas a esperança de pódio, mas a força do atletismo nacional.
Complementando a equipe masculina estão Matheus Gabriel Correa e João Paulo Nobre de Oliveira, ambos também competindo no evento. Com uma formação olímpica, o Brasil demonstra um potencial promissor para elevar ainda mais o nível do atletismo brasileiro nos próximos eventos internacionais. A jornada dos atletas continua, e as expectativas do público só aumentam após esse importante reconhecimento na marcha atlética.






