Braço direito do PCC movimenta R$8 bilhões mesmo preso; valor supera orçamento de grandes capitais, revela Polícia Civil.

Após 22 anos de prisão, Anderson Manzini, conhecido como ‘Gordo’, surpreendeu as autoridades ao administrar seu núcleo criminoso no Primeiro Comando da Capital (PCC) e movimentar cerca de R$8 bilhões em cinco anos. O valor impressionante foi bloqueado no mês passado pela Polícia Civil de São Paulo, que está investigando a atuação do criminoso.

Considerado o braço direito de Wanderson Nilto de Paula Linha, também conhecido como Andinho e ex-membro da mais alta hierarquia do PCC, Gordo conseguiu superar o orçamento de importantes capitais do país. O montante movimentado por Anderson é maior do que o orçamento previsto para as cidades de Aracujo e Florianópolis neste ano, que é de R$3,9 bilhões, segundo informações das Leis Orçamentárias Anuais.

Atualmente detido no sistema prisional de Avaré, no interior de São Paulo, Gordo continua a comandar sua célula criminosa por meio de cartas, contando com a ajuda de sua esposa para enviar mensagens aos destinatários. As autoridades estão atentas às atividades do criminoso e buscam coibir qualquer ação ilegal que possa ocorrer mesmo estando atrás das grades.

A atuação de Anderson Manzini dentro do PCC chama atenção pela capacidade de liderança e organização, demonstrando como indivíduos podem manter suas atividades criminosas mesmo estando presos. A polícia segue investigando o caso e trabalhando para desmantelar qualquer esquema ilegal ligado ao criminoso.

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