A alteração da letra do hino nacional levantou questionamentos sobre a legalidade do ato. Segundo a Lei nº 5.700/1971, o hino nacional deve ser executado integralmente e todos os presentes devem manter uma postura de respeito. Além disso, a legislação proíbe a realização de arranjos vocais da música, sob pena de multa.
Durante o comício, Guilherme Boulos aproveitou para criticar o atual prefeito e candidato à reeleição pelo MDB, Ricardo Nunes, e o candidato do PRTB, Pablo Marçal. O psolista afirmou que os dois representam “duas faces do bolsonarismo” e ressaltou a importância de derrotar essas forças na maior cidade do Brasil.
“A mesma energia que nos permitiu derrotar o ‘coisa ruim’ há dois anos [Jair Bolsonaro], será a que nos levará a vencer as duas faces do bolsonarismo na maior cidade do Brasil”, declarou Boulos durante seu discurso no evento.
O comício contou com a presença de apoiadores e simpatizantes, que acompanharam os discursos e propostas dos candidatos. A adaptação do hino nacional para uma linguagem neutra, no entanto, gerou controvérsias e alimentou o debate sobre o respeito aos símbolos nacionais e as normas legais que regem sua execução.







