Bolsonaro passou mal na madrugada do dia 13, quando estava em custódia no Núcleo de Custódia da Polícia Militar, conhecido como Papudinha. Devido à gravidade da situação, houve uma transferência emergencial para o hospital, onde continua a receber os devidos cuidados. A evolução de sua saúde está sendo monitorada de perto, e a equipe médica estima que sua internação dure cerca de 14 dias, dependendo de como seu corpo responder ao tratamento.
No cenário jurídico, a Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou-se a favor da concessão de prisão domiciliar para Bolsonaro. Essa declaração gerou expectativa entre seus aliados e defensores, que acreditam que ele poderá cumprir o restante de sua pena em casa, o que representaria uma mudança significativa na sua situação atual. No entanto, essa possibilidade dependerá das decisões judiciais e da evolução de sua saúde.
A situação de Bolsonaro continua a atrair a atenção da mídia e do público, tanto pela gravidade de sua condição médica quanto pelas implicações políticas que sua internação e eventual saída do regime prisional podem ter. Enquanto isso, a defesa do ex-presidente aguarda ansiosamente a evolução do quadro clínico e as decisões legais que podem influenciar seu futuro.
