O pai de santo Sergio Pina, que é conhecido por ser o mentor espiritual da cantora Anitta, representou as religiões de matrizes africanas no evento. A presença de Pina trouxe à tona questões sobre a liberdade religiosa e o papel dos líderes espirituais na política. Além disso, o padre Sandro Salvista e o rabino Sany Sonnenreich também marcaram presença, representando o catolicismo e o judaísmo, respectivamente.
É importante ressaltar que o ato liderado por Bolsonaro contou com a organização do pastor evangélico Silas Malafaia, destacando a influência da liderança religiosa no cenário político nacional. A presença de líderes de diferentes credos em um mesmo evento levantou questionamentos sobre a diversidade cultural e religiosa do Brasil, bem como sobre as relações entre Estado e religião.
A presença de líderes religiosos em eventos políticos não é uma novidade, mas a reunião de representantes de diferentes tradições espirituais em um único ato gerou debates e reflexões sobre a laicidade do Estado e a separação entre igreja e Estado. A diversidade de credos e crenças presentes no evento demonstrou a pluralidade religiosa do país e evidenciou a importância do diálogo inter-religioso em um contexto político conturbado.







