Em um apelo direcionado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, Bolsonaro pediu uma reconsideração a fim de zerar o jogo e buscar a reconciliação nacional. Ele comparou a situação atual com a Lei da Anistia de 1979, que marcou o fim da ditadura militar no país.
O ex-presidente insistiu que a responsabilidade pela pacificação está nas mãos de Moraes, enfatizando a importância de uma ação conjunta para superar as divergências e conflitos políticos. Além disso, Bolsonaro fez um apelo aos demais ministros do STF, destacando a necessidade de repensar a situação e buscar soluções que promovam a harmonia e o entendimento.
Em relação ao relatório da PF sobre o inquérito que investiga uma tentativa de golpe de Estado em 2022, Bolsonaro classificou o documento como uma “peça de ficção” e questionou a viabilidade de um golpe liderado por ele e outros membros do governo.
O ex-presidente também destacou a importância da imunidade parlamentar e mencionou a postura do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, em relação ao indiciamento de um deputado federal. Ele expressou preocupação com as ameaças que vem enfrentando e comparou sua situação com a de perseguidos políticos em outros países da América Latina.
Em meio a essas declarações controversas, Bolsonaro busca abrir o diálogo e encontrar uma saída para a crise política que assola o país, apostando na anistia como um possível caminho para a paz e estabilidade no Brasil. A repercussão dessas declarações, no entanto, permanece incerta diante das tensões e polarizações que ainda persistem na sociedade brasileira.






