“Obviamente seria muito bom a minha ida lá. O presidente Trump gostaria muito, tanto é que ele me convidou. Estou chateado, abalado ainda, mas eu enfrento uma enorme perseguição política por parte de uma pessoa”, desabafou o ex-presidente, visivelmente comovido com a situação.
O passaporte de Bolsonaro foi retido por ordem do ministro Alexandre de Moraes, o que inviabilizou sua presença na posse de Trump. Em suas declarações, o ex-presidente afirmou que a ex-primeira-dama o representará no evento, mas deixou claro seu sentimento de se ver como um “preso político”, mesmo não estando utilizando tornozeleira eletrônica.
A decisão de Moraes gerou controvérsias e levantou questionamentos sobre a legalidade de restringir a liberdade de locomoção do ex-presidente. A notícia repercutiu intensamente nas redes sociais e na imprensa, com muitos questionando se a medida poderia ser considerada um abuso de poder por parte do ministro.
Enquanto Bolsonaro permanece no Brasil, sua esposa segue viagem para os Estados Unidos, representando o casal na cerimônia de posse de Donald Trump. A situação levanta debates sobre a relação entre política e justiça, deixando dúvidas no ar sobre os limites do poder judiciário em casos envolvendo figuras públicas.







