Essa manifestação surge como uma resposta ao protesto liderado pela ex-presidente em Copacabana, no Rio de Janeiro, no dia 16 de março, marcando a primeira concentração após a decisão judicial que tornou Bolsonaro réu. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o ex-presidente ironizou a estimativa de público feita pela Universidade de São Paulo (USP), que calculou em 18,3 mil o número de pessoas presentes em seu ato na capital paulista.
O clima de polarização política ficou evidente durante o evento, com discursos inflamados de ambos os lados. Enquanto os apoiadores de Bolsonaro e Nikolas Ferreira pareciam desdenhar da importância do ato organizado por Boulos, os manifestantes contrários ao perdão aos condenados buscavam fazer ouvir a sua voz e reforçar a necessidade de justiça e responsabilização para todos os envolvidos.
A presença de figuras políticas de destaque e a repercussão nas redes sociais mostram como esse tema continua a mobilizar a sociedade brasileira e a polarizar opiniões. Enquanto o debate sobre a anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro segue em pauta, é importante que a democracia e o respeito às divergências de opinião prevaleçam, para que possamos construir juntos um país mais justo e inclusivo para todos.
