A Lei da Ficha Limpa, criada por iniciativa popular, tem como principal objetivo impedir que candidatos condenados disputem cargos eletivos, visando promover maior transparência e moralidade no processo eleitoral. A Nota da Comunidade ressaltou que a legislação é aplicada de forma igualitária a políticos de diferentes espectros ideológicos, conforme informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em um vídeo, Bolsonaro manifestou seu desejo de acabar com a Lei da Ficha Limpa, argumentando que o período de inelegibilidade é muito longo. Ele também mencionou um projeto de lei do deputado Bibo Nunes (PL) que propõe reduzir o tempo de inelegibilidade, o que possibilitaria que o ex-presidente se candidatasse novamente em 2026.
As declarações de Bolsonaro geraram debates e discussões acaloradas entre apoiadores e críticos da Lei da Ficha Limpa. Enquanto alguns defendem a importância da legislação para o combate à corrupção e a garantia da moralidade no meio político, outros acreditam que a lei pode ser utilizada de forma arbitrária para prejudicar adversários políticos. O tema continua sendo acompanhado de perto pela sociedade e pode ter desdobramentos significativos no cenário político brasileiro.







