Caso seja aprovada, Verônica Abdalla Sterman ocupará a cadeira destinada à advocacia, que será aberta em abril com a aposentadoria do ministro José Coêlho Ferreira, atual vice-presidente da Corte. Bolsonaro justificou sua oposição à indicação de Verônica ao afirmar que ela é “da mesma linha” da presidente do STM, Maria Elizabeth Rocha. Durante sua posse como presidente do STM, a magistrada fez declarações polêmicas sobre Bolsonaro, sugerindo que ele deveria perder a patente de capitão e seus proventos, mesmo ele não sendo réu e não tendo sido acusado de crime militar.
Para Bolsonaro, a indicação de Verônica Abdalla Sterman representa um alinhamento com as posições da presidente do STM, o que gera preocupação em relação ao tratamento que ele poderia vir a receber no tribunal. O ex-presidente ressaltou que não aceitará este tipo de postura no STM, e que continuará articulando para evitar a nomeação da advogada. O cenário político em torno desta indicação promete ser acirrado nas próximas semanas, com as atenções voltadas para o Senado e a possível rejeição da nomeação de Verônica Abdalla Sterman.







