Um dos setores que mais se destacou ao longo do ano foi o de Inteligência Artificial (IA), que impulsionou o mercado de ações. Empresas ligadas a esse segmento alcançaram patamares próximos de suas máximas históricas, com destaque para a fabricante de chips Nvidia, que teve um aumento de 171,24% ao longo do ano. Além disso, a vitória de Donald Trump na eleição presidencial também impactou positivamente o mercado, principalmente os setores de bancos e energia, com a expectativa de medidas de desregulamentação econômica.
A montadora Tesla, liderada por Elon Musk, futuro chefe do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), também teve uma performance sólida, com um aumento de 62,52% em suas ações ao longo do ano. No entanto, nem todas as empresas tiveram um desempenho positivo. A Boeing, por exemplo, enfrentou dificuldades ao longo do ano, especialmente após o acidente fatal na Coreia do Sul, resultando em uma perda de 32,10% de seu valor.
Mesmo com os sinais de possíveis cortes menos intensos dos juros pelo Federal Reserve devido à resiliência econômica e temores inflacionários, o mercado de ações nos Estados Unidos manteve seu ímpeto ao longo do ano. O rali acumulado de 53,19% nos últimos dois anos é o maior desde 1997 e 1998, refletindo a confiança dos investidores. O mercado financeiro permanece atento às próximas movimentações para avaliar possíveis impactos nas bolsas de valores.





