Cleber estava com a prisão decretada desde a última segunda-feira (14) e era o último dos foragidos do caso. Segundo as investigações, o biólogo teria liberado órgãos infectados que resultaram na contaminação de seis pacientes com HIV após transplantes realizados na capital fluminense.
O caso já havia resultado na prisão de outros envolvidos. Na segunda-feira, Walter Vieira, sócio do laboratório, e Ivanilson Fernandes, também técnico de laboratório, foram detidos. Já na terça-feira, Jacqueline Bacellar, auxiliar administrativa, também foi presa.
As investigações apontam para uma série de irregularidades cometidas pelo laboratório PCS Lab Saleme, incluindo a liberação de materiais contaminados sem a devida análise e controle de qualidade. A contaminação dos pacientes após os transplantes gerou revolta e indignação na população, que aguarda por respostas e punições severas para os responsáveis.
A Polícia Civil segue com as investigações para apurar todas as circunstâncias do caso e garantir a responsabilização de todos os envolvidos. A prisão de Cleber de Oliveira dos Santos representa mais um passo importante para a elucidação desse grave episódio, que chocou a sociedade e expôs falhas graves no sistema de transplantes no estado do Rio de Janeiro.
