O processo detalha que o empresário teria feito uma oferta tentadora, prometendo ações da empresa e uma série de benefícios que incluíam viagens luxuosas e incentivos em transações imobiliárias. A proposta, por si só, não apenas promete um mundo novo, mas sugere que Poleg utilizou sua posição de poder para coagir a funcionária a sair de seu relacionamento atual. Steckling enfatiza que a intromissão de Poleg foi um fator central que levou ao término de seu casamento, que não havia sido discutido anteriormente.
Em um ponto crucial da denúncia, é mencionado que, em janeiro de 2025, Poleg teria prometido à funcionária uma casa valorizada em US$ 1,5 milhão, localizada em Park City, e oferecido a garantia de que cuidaria de todas as suas necessidades financeiras, caso ela optasse por encerrar seu casamento. Curiosamente, o executivo também se separou de sua esposa na mesma época. O divórcio de Michael e Paige foi formalizado apenas um mês após essa proposta.
Michael Steckling confirmou o fim de seu relacionamento ao ser questionado sobre o assunto por um veículo de comunicação, que também destacou que, semanas após as alegações, Poleg teria reservado um hotel em Miami destinado a um encontro com a funcionária. Contudo, não há confirmação de que essa viagem realmente tenha ocorrido.
Em resposta às acusações, Tamir Poleg negou a existência de qualquer ligação amorosa, argumentando que sua intenção era oferecer suporte financeiro à funcionária, que, segundo ele, havia solicitado ajuda. A situação levanta questões significativas sobre ética e conductas no ambiente corporativo, especialmente em relação ao poder e ao assédio no local de trabalho. O desfecho desse caso ainda está indefinido, mas o impacto das alegações já ressoa no setor imobiliário e na percepção pública acerca de comportamentos empresariais inadequados.
