A atleta expressou sua ambição de evoluir em seu estilo de jogo após a reformulação em sua equipe. “Amo ser a Bia que sou, mas estou em busca de ajustamentos que façam sentido sem perder minha essência”, destacou. Segundo ela, o trabalho com a nova equipe técnica está rendendo progresso, especialmente em aspectos cruciais como saque e posicionamento. “Mudar a técnica de saque é um desafio que envolve desde a pegada até o movimento dos pés, mas sinto que estou avançando”, comentou.
Bia também abordou as recentes transições em sua equipe. Com a saída da psicóloga Carla Di Pierro, que a acompanhou por uma década, e do técnico Rafael Paciaroni, com quem trabalhou por seis anos, a tenista agora está sob a orientação do espanhol Carlos Martinez Comet desde março. Ela parece otimista com essa nova fase: “Carlos é uma pessoa incrível e extremamente profissional. Estou animada com essa nova parceria.”
Apesar de ter sido semifinalista na edição anterior de Roland Garros, o desempenho de Bia neste ano não correspondeu às suas expectativas, com apenas quatro vitórias e 15 derrotas até o momento. Contudo, ela acredita que a presença de Martinez pode ser crucial para a retomada do bom momento: “Estou convicta de que a chegada dele será benéfica para a minha carreira.”
Em um ano marcado pela Copa do Mundo, Bia enfatizou sua paixão pelo esporte e seu apoio à Seleção Brasileira. “Torço pelos nossos atletas, não importa qual seja o esporte. Na Copa, a emoção é ainda maior”, afirmou. Ela também reconheceu a pressão que os atletas brasileiros enfrentam em grandes competições e chamou atenção para a dedicação dos convocados.
Por fim, ao se preparar para sua partida em Roland Garros, Bia destacou a importância de manter o foco e a concentração: “Tenho feito treinos excelentes e agora preciso me concentrar no que consigo controlar, principalmente em manter um alto nível de concentração para executar as jogadas com eficácia.”





