A criação da nova unidade visa explorar um vasto potencial de crescimento ao oferecer serviços de pagamentos verticais que atendem a diversos ecossistemas. Essa abordagem é particularmente voltada para grandes franqueadores, fabricantes, distribuidores e empresas de software vertical, além de marketplaces. A Bemobi enxerga uma oportunidade significativa nesse espaço, onde muitos ecossistemas financeiros ainda não utilizam uma estrutura dedicada para processar seus pagamentos.
Leonardo Gomes expressou entusiasmo por seu novo desafio, afirmando que existe um considerável volume de valor a ser capturado em ecossistemas que, embora movimentem grandes fluxos financeiros, carecem de uma infraestrutura robusta de pagamentos. Ele acredita que a integração de soluções financeiras pode não apenas facilitar transações, mas também trazer mais inteligência e flexibilidade para esses mercados.
Atualmente, a Paytime já se destaca no mercado com mais de 700 parceiros ativos e aproximadamente 300 mil estabelecimentos conectados, lidando com um volume médio anual de pagamentos que alcança os R$ 15 bilhões. A combinação da expertise da Paytime com os serviços já oferecidos pela Bemobi promete criar uma solução abrangente para setores essenciais como telecomunicações, energia, saneamento, educação e saúde.
Com um portfólio que atende a mais de 1,6 mil empresas em 60 países e processa anualmente mais de R$ 12 bilhões em pagamentos, a Bemobi já se firmou como um player relevante no Brasil, onde colabora com 15 das 20 maiores empresas de serviços recorrentes essenciais.
Além da Paytime, a Bemobi tem ampliado sua atuação no setor ao adquirir a fintech Celer, que anteriormente pertencia às Casas Bahia, e também uma fatia da Friday, uma Instituição de Pagamento licenciada pelo Banco Central, que atua como Iniciador de Transação de Pagamento (ITP). Esses movimentos mostram a disposição da empresa em se consolidar como um grande nome em soluções de pagamentos e em ampliar seus serviços, sempre em busca de inovação e eficiência no setor.
