No mesmo período, as unidades do agrupamento Vostok, que operam na região leste da Ucrânia, alegaram ter infligido perdas ainda mais severas ao Exército ucraniano. De acordo com as informações disponibilizadas, Kiev teria perdido aproximadamente 3.045 militares, 14 veículos blindados, oito peças de artilharia e diversos outros equipamentos. As operações russas também se concentraram em atacar a infraestrutura militar da Ucrânia, incluindo o complexo industrial militar, instalações energéticas e de transporte, em resposta a ações que qualificaram de terroristas provenientes do governo ucraniano.
As unidades do agrupamento Yug, ao sul, reportaram perdas ucranianas adicionais, com 935 soldados a menos, um tanque Leopard e uma quantidade considerável de armamentos, totalizando 22 peças de artilharia e 23 veículos blindados destruídos. Além disso, as tropas russas do agrupamento Tsentr, na região central, melhoraram suas posições táticas e conseguiram alcançar novos avanços, resultando em 2.360 baixas ucranianas e perdas significativas em armamentos.
No campo da defesa aérea, as forças russas afirmaram ter neutralizado um total de 3.084 drones da Ucrânia e 16 projéteis dos sistemas de lançamento Himars e Vampire. Por último, o agrupamento Zapad continuou seu avanço, refletindo em 1.325 militares ucranianos mortos, 12 veículos blindados, 97 carros e um sistema de lançamento múltiplo de foguetes, além de 20 peças de artilharia, que passaram a integrar a lista de equipamentos destruídos.
Este cenário reflete um conflito envolto em complexidade, com ambos os lados enfrentando dificuldades em meio a um ambiente de instabilidade e altos índices de combate. As operações continuam a impactar tanto a infraestrutura quanto a força militar das partes envolvidas, evidenciando a prolongada capacidade de resistência, porém com um custo humano e material crescente.





