De acordo com os regulamentos do Programa de Proteção de Clubes da FIFA, o Barcelona tem o direito a uma indenização, já que a recuperação de Raphinha ultrapassa o limite de 28 dias estipulado. Este programa foi criado para auxiliar clubes que sofrem com lesões de jogadores convocados para seleções nacionais. A compensação financeira é calculada em aproximadamente 20.548 euros (equivalente a cerca de R$ 124,5 mil) por dia a partir do 29º dia de afastamento, com um teto máximo de 7,5 milhões de euros (R$ 45,4 milhões) por lesão.
Considerando a previsão atual de Raphinha para retomar a atividade, o Barcelona poderia receber em torno de 143.836 euros (aproximadamente R$ 872 mil). Embora essa quantia ajude a amenizar os impactos financeiros decorrentes da ausência de um jogador importante, ela não representa uma solução para as perdas maiores que podem ocorrer em casos de lesões mais prolongadas.
O impacto mais significativo, entretanto, é o desfalque esportivo que a equipe deverá enfrentar. O atacante brasileiro pode não estar disponível em até cinco partidas da La Liga, além de sua participação nas quartas de final da Liga dos Campeões da UEFA estar comprometida. A ausência de Raphinha, um jogador que desempenha um papel crucial no esquema tático do time, é um problema alarmante para o técnico e seus planos de competição, reforçando a preocupação de que, sem ele, a equipe enfrente dificuldades nas próximas rodadas e comprometa suas aspirações em torneios importantes. Assim, o Barcelona não só lida com a compensação financeira, mas também com um desafio relevante em seu desempenho em campo.
