Os países que farão parte dessa nova rede incluem Angola, Brasil, Cabo Verde, nações da África Ocidental, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, e Timor-Leste. Este grupo visa estabelecer uma plataforma de diálogo e colaboração para abordar questões econômicas que sejam do interesse comum dos participantes, promovendo um intercâmbio efetivo de conhecimentos e experiências.
A estrutura da rede será caracterizada por uma presidência rotativa, permitindo que cada membro assuma a liderança em reuniões periódicas de alto nível. Essas reuniões têm como proposta não apenas discutir estratégias conjuntas, mas também avaliar e compartilhar boas práticas que podem beneficiar as operações e decisões de cada Banco Central participante.
Um dos principais objetivos dessa iniciativa é facilitar o entendimento mútuo entre as economias envolvidas. Para isso, haverá a criação de grupos de trabalho focados em temas da agenda econômica, que discutirão questões cruciais e buscarão soluções inovadoras colaborativas. Além disso, está prevista a formação de um comitê de política econômica, que se dedicará à análise de políticas que impactam os países membros de maneira mais integrada.
Com essa nova rede, existe a expectativa de um fortalecimento das relações econômicas entre os países lusófonos, além de um aprimoramento nas ferramentas de política monetária e fiscal. A colaboração entre os Bancos Centrais pode resultar em um aumento da eficiência na gestão econômica regional, beneficiando a estabilidade financeira e o crescimento sustentável dessas nações. A iniciativa representa um avanço significativo no fortalecimento do laço entre as economias de língua portuguesa, potencializando suas vozes no cenário global.






