Gilberto Waller Junior, presidente do INSS, enfatizou a importância da transparência e destacou que a ausência de resposta por parte do liquidante era preocupante. Ele reiterou que o prazo para essas explicações expirou na última quinta-feira, dia 12 de fevereiro. “Estamos com um processo de apuração aberto. O prazo para defesa era o dia 12”, afirmou Waller, sublinhando a necessidade de esclarecimentos sobre os possíveis problemas relacionados aos empréstimos consignados.
As suspeitas em torno da atuação do Banco Master são graves. De acordo com informações apuradas, foram bloqueados repasses da ordem de R$ 2 bilhões que envolvem mais de 250 mil contratos de empréstimos suspeitos que estão atualmente sob análise do INSS. A natureza dessas suspeitas não foi totalmente revelada, mas há indícios de que irregularidades podem ter ocorrido, afetando tanto a instituição quanto os clientes.
Após o recesso de Carnaval, Waller confirmou que o INSS está considerando medidas adicionais que podem ser implementadas em relação ao Banco Master. O objetivo é garantir a proteção dos consumidores e a integridade do sistema financeiro. As irregularidades apontadas revelam um cenário que requer atenção especial, visto que envolvem uma quantidade significativa de recursos e um elevado número de clientes.
O contexto levanta questões sobre a confiança nas instituições financeiras e a eficácia da supervisão regulatória. O Banco Master agora deve agir para esclarecer suas práticas e restaurar a confiança dos consumidores e do INSS. O desenrolar dessa situação pode ter repercussões importantes para o setor e para a relação entre bancos e cidadãos, que cada vez mais esperam uma atuação transparente e responsável das instituições que lidam com seus recursos.







