De acordo com as novas diretrizes, as transações realizadas por aproximação, que fazem parte do serviço, agora estão incluídas no limite geral do Pix estabelecido para cada usuário. Isso significa que pagamentos efetuados via QR Code ou utilizando chaves Pix serão considerados da mesma forma que aqueles realizados com tecnologia de aproximação. Assim, a praticidade das movimentações financeiras tende a aumentar, facilitando o dia a dia de quem utiliza o sistema.
A jornada de pagamentos também se expandiu para incluir o chamado Pix iniciado pela Jornada Sem Redirecionamento (JSR). Essa modalidade é especialmente significativa porque abrange transações iniciadas em carteiras digitais como as do Google e da Samsung, ampliando ainda mais as opções disponíveis para o consumidor.
As instituições financeiras terão até 1º de outubro de 2026 para se adaptar às novas regras. A norma revoga limitações anteriores relacionadas ao uso do Pix por aproximação e da Jornada Sem Redirecionamento, criando um conjunto unificado de diretrizes que englobam todos esses métodos de pagamento.
Cabe destacar que o Pix por proposta foi implementado em fevereiro do ano passado e permite que os usuários realizem pagamentos usando apenas seus celulares. Essa funcionalidade é semelhante às transações feitas por meio de cartões de crédito ou débito com tecnologia de aproximação.
Entretanto, vale ressaltar que a modalidade ainda enfrenta algumas restrições. Usuários de iPhones não têm acesso a essa funcionalidade, uma vez que há uma pendência entre a Apple e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Essa questão envolve uma investigação sobre possíveis práticas anticompetitivas, que foi iniciada em abril de 2025, e que precisa ser resolvida para que o sistema se torne plenamente acessível a todos os consumidores da Apple. A expectativa é que, com a resolução dessas pendências, a popularidade e a utilidade do Pix continuem a crescer no Brasil.





