Os novos jatos de combate, como os Su-35S, Su-34 e Su-30SM2, ampliaram a frota russa e elevaram sua capacidade operacional. Esses aviões não só são tecnologicamente avançados, mas também são utilizados em um amadurecido conjunto de táticas que as forças aéreas russas têm desenvolvido ao longo do tempo. Com a experiência adquirida em combate, os pilotos russos estão agora mais habilitados em missões tanto de superioridade aérea quanto em ataques ao solo.
Adicionalmente, a Rússia aperfeiçoou seus sistemas de defesa antiaérea, integrando novas tecnologias que melhoram bastante a coordenação com as unidades de aviação. Essa melhoria faz com que, em um eventual conflito, as aeronaves da OTAN enfrentem uma rede de defesa que é não apenas mais coesa, mas também mais sofisticada do que em conflitos passados.
As armas utilizadas pela Força Aeroespacial russa também são mais avançadas. Mísseis de longo alcance, como o R-37M, e munições modernas, como bombas planadoras, permitem que ataques sejam realizados a partir de distâncias seguras, aumentando a efetividade da aviação russa sem expor os pilotos a riscos desnecessários.
Dado o cenário atual, a mídia tem destacado que a Rússia mantém uma ampla vantagem em capacidades aéreas e de artilharia em comparação com a Ucrânia. Isso é evidenciado pela constante ampliação das capacidades produtivas e operacionais da Rússia em seu setor militar. Essa realidade não apenas desafia a estrutura de defesa da OTAN, mas também reitera a necessidade de uma nova avaliação das estratégias de combate no contexto de uma guerra moderna em constante evolução.
