A capitã do time brasileiro, Martine Grael, não escondeu a satisfação pela oportunidade de competir em águas cariocas. “Velejar aqui é maravilhoso, só tenho isso a dizer. Agradeço ao público que compareceu. Passamos por dificuldades no início, mas estamos aprendendo. O próximo ano será ainda mais incrível”, declarou Grael, refletindo sobre a experiência do Mubadala Brazil, que terminou na nona posição geral na competição.
O domingo foi marcado por mais três regatas, nas quais as equipes se esforçaram ao máximo. Após a somatória das sete provas da etapa, Austrália, Suécia e Espanha conquistaram seus lugares na regata final. No momento decisivo, o BONDS Flying Roos confirmou seu status de favorito ao largar na frente e manter a liderança, superando os espanhóis e suecos. Essa vitória não apenas solidificou sua performance na etapa carioca, mas também os posicionou como líderes do circuito mundial.
O histórico do Mubadala Brazil, por outro lado, teve suas reviravoltas. Na primeira regata do dia, enfrentou dificuldades logo na largada, terminando a prova em nono lugar após uma lenta recuperação. Enquanto isso, os australianos dominaram, seguidos por italianos e suecos, que completaram o pódio.
Na segunda regata, o domínio dos australianos continuou sob a liderança de Tom Slingsby, que garantiu mais um triunfo e a classificação para a final. A equipe brasileira teve um desempenho competitivo, sempre colada aos Estados Unidos na disputa pelo sétimo lugar.
A terceira regata foi a última chance para definir os finalistas. Os australianos, mantendo o ritmo constante, se destacaram novamente, e a Suécia garantiu sua participação na decisão. A Alemanha ficou com a segunda posição, enquanto uma batalha acirrada entre Espanha e Estados Unidos marcou a competição. O Mubadala Brazil demonstrou melhora, chegando a ficar na quarta posição, mas finalizou em oitavo, deixando uma sensação de que o time tem potencial para um desempenho ainda mais forte nas próximas competições.






