Em sua postagem, Feitosa desabafou sobre a gravidade da situação, relatando que a agressão foi seguida de arrogância por parte do homem, que afirmou que nada aconteceria porque o ator “não era ninguém”. Após a chegada da segurança e da polícia, o agressor mudou de atitude, pedindo apenas desculpas e tentando minimizar o incidente. Mesmo assim, Vitor destacou a dor emocional que o episódio causou, especialmente no seu filho, que presenciou a agressão.
Diversas figuras públicas se manifestaram em apoio a Feitosa, reforçando a indignação em relação ao ocorrido. A atriz Maria lamentou o episódio, enquanto Lorrana Mousinho e Mateus Solano expressaram sua repulsa ao racismo. O assunto rapidamente ganhou repercussão, com o ator enfatizando a necessidade de combater essa triste realidade que a sociedade ainda enfrenta.
Após o incidente, Feitosa e seu advogado foram à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância para formalizar a denúncia. Ele enfatizou a dificuldade de lidar com esse tipo de agressão, que embora claramente racista, é muitas vezes tratada com cautela pelas autoridades. O caso segue sob investigação na 14ª DP (Leblon), embora o registro tenha sido feito apenas como lesão corporal, deixando de lado a tipificação de injúria, como solicitado pelo ator.
Por sua vez, o Shopping da Gávea emitiu uma nota afirmando repúdio a qualquer forma de violência, sublinhando a importância de um ambiente seguro e respeitoso para todos os seus visitantes. Entretanto, para Feitosa, a luta contra o racismo vai além de declarações institucionais; envolve uma necessidade urgente de mudança em atitudes e percepções sociais. A experiência traumática não apenas afetou a sua vida, mas serviu como um lembrete doloroso do que muitos ainda enfrentam diariamente.





