As faixas apareceram após uma série de críticas já expostas em eventos anteriores, como na sexta-feira, quando outras mensagens foram vistas perto da sede do clube. As frases, contundentes e provocativas, exigiam a saída de nomes-chave na gestão, como “Fora Menin! Fora Vorcaro! Fora PCC” e “SAF criminosa”. O alvo principal das críticas é Daniel Vorcaro, que foi afastado do Conselho Administrativo devido a investigações do Ministério Público de São Paulo, que apontam para possíveis conexões com facções criminosas. O empresário foi preso no dia 17 e liberado na noite da sexta-feira.
Na declaração, a diretoria do Atlético expressou que, embora reconheçam a legitimidade dos protestos pacíficos, o teor agressivo das faixas levanta preocupações sobre a falsa manifestação de um descontentamento genuíno. O clube reafirmou que, analisando seu desempenho nos últimos seis anos, ocupa a terceira colocação no ranking de melhor performance entre as equipes do país. A nota destacou que as faixas não alterarão a confiança da diretoria na construção de um futuro promissor para a instituição.
Além de salientar a necessidade de aprendizado com críticas construtivas, a diretoria também admitiu que erros ocorreram ao longo da gestão, mas que esses não abalarão a crença no trabalho em equipe. O Atlético se encontra em um momento delicado, ainda se recuperando da derrota na final da Copa Sul-Americana e lutando por uma vaga na Libertadores de 2026, que exige vitórias nos jogos restantes do Brasileirão.
O próximo desafio do Galo será contra o Fortaleza, no domingo, às 18h30, em um jogo que pode se mostrar crucial para as aspirações do clube.






