Zelensky denunciou a escolha deliberada de Vladimir Putin em realizar o ataque no dia de Natal, considerando-o cruel e desumano. Mais de 70 mísseis e 100 drones de ataque foram disparados, resultando na morte de uma pessoa e ferimentos em outras seis. O presidente ucraniano destacou que mais de 50 mísseis foram abatidos, mas cortes de energia foram registrados em diversas regiões do país.
A empresa de energia DTEK relatou danos graves em suas centrais térmicas devido ao ataque, afetando milhões de pessoas e provocando a necessidade de recursos adicionais de defesa. Autoridades de várias regiões, como Kharkiv, Dnipropetrovsk, Ivano-Frankivsk e Poltava, confirmaram bombardeios e danos em instalações de energia.
A Romênia negou a detecção de mísseis em seu espaço aéreo, mas autoridades ucranianas alertaram que o ataque não se limitou apenas ao território do país. O ministro da Energia, German Galushchenko, informou que estão sendo tomadas medidas para limitar o consumo de energia e minimizar os impactos negativos causados pelo ataque.
Este episódio marca o 13º ataque em larga escala contra o sistema de energia da Ucrânia somente neste ano, fazendo parte de uma campanha russa contra a rede no inverno do hemisfério norte. A situação enfatiza a tensão contínua entre os dois países, reforçando a necessidade de medidas de defesa para proteger a população e as infraestruturas vitais contra futuros ataques.
