O tweet em questão, datado de 2018, promove o Instagram do petista com a mensagem “Nossos fãs não param de crescer. Siga o Lula no Instagram”, referente a uma interação anterior entre Eduardo Bolsonaro e Lula na mencionada rede social. No entanto, a publicação foi logo desfeita minutos após ter sido realizada.
Não apenas o site de Eduardo Bolsonaro foi afetado, mas também vários outros membros da bancada do PL que se posicionaram a favor do PL do Aborto tiveram seus sites tirados do ar. Entre os afetados estão Bia Kicis (DF), Alexandre Ramagem (RJ), Júlia Zanatta (SC) e Delegado Paulo Bilynskyj (SP).
Durante a tarde, uma conta não identificada no X (antigo Twitter) assumiu a autoria do ataque coordenado, justificando: “Está proibido ter site se você pertence à bancada do estupro”. A mensagem sugere uma clara represália contra os parlamentares que se posicionaram a favor de um projeto tão controverso e sensível como o PL do Aborto.
A situação evidencia a polarização e a tensão que o tema do aborto pode gerar na sociedade e na política brasileira, revelando um índice de radicalização que excede os limites do debate democrático e respeitoso. Resta agora aguardar as investigações sobre o ataque hacker e aguardar as possíveis repercussões dessa ação no meio político.





