Ataque de drones ucranianos deixa três mortos e dezenas de feridos em Moscou: maior ofensiva do ano causa caos na capital russa

Na madrugada deste sábado, uma série de ataques massivos realizados por drones ucranianos atingiu os arredores de Moscou, resultando em três mortes e numerosas pessoas feridas, conforme relatos de autoridades russas. Este incidente, considerado o maior ataque do ano de 2026, destacou-se pelo alto número de drones abatidos — 556 ao todo, dos quais mais de 120 na região próxima à capital russa.

As defesas antiaéreas, embora tenham conseguido interceptar muitos dos aparelhos, não foram capazes de neutralizar todos os ataques. Através de relatos oficiais, a tragédia teve impacto em diversas localidades, revelando a vulnerabilidade das áreas civis em momentos de conflito. Entre as vítimas fatais, destacam-se dois operários que estavam em um prédio residencial em construção no povoado de Pogorelki. Além disso, uma moradora perdeu a vida e um homem permanece desaparecido sob os escombros de uma casa que foi diretamente atingida na cidade de Khimki.

O ataque também provocou lesions em uma equipe de trabalhadores na entrada de uma refinaria de petróleo em Moscou, onde doze funcionários ficaram feridos. Em Istra, um outro conjunto de moradores sofreu ferimentos em prédios residenciais, elevando ainda mais as preocupações sobre a segurança da população civil em áreas frequentemente afetadas por conflitos armados.

As autoridades russas estão ativamente monitorando a situação, realizando operações de resgate e assistência às vítimas. Essas ações buscam não apenas socorrer os feridos, mas também avaliar os danos e preparar uma resposta adequada para eventuais repercussões de novos ataques. A escalada da violência e a utilização de drones no conflito estão tornando-se cada vez mais preocupantes, com o aumento do número de ataques levando a um clima de incerteza e medo entre a população civil.

Enquanto o conflito avança, a cautela e as medidas de segurança se tornam essenciais para a proteção dos cidadãos, em um cenário onde a guerra se intensifica e os desafios humanitários se ampliam.

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