Apesar de não ter causado danos significativos, a agência nuclear estatal russa Rosatom informou que três pessoas ficaram feridas durante a “série sem precedentes de ataques de drones”. A Agência Internacional de Energia Atômica também foi notificada do incidente e afirmou que a detonação do drone está de acordo com suas observações.
O chefe da agência de vigilância atômica da ONU, Rafael Mariano Grossi, destacou os riscos de segurança representados por esse tipo de ataque e pediu para que todas as partes envolvidas se abstenham de ações que comprometam a segurança nuclear. O conflito entre Rússia e Ucrânia já se estende desde 2022 e a Usina Nuclear de Zaporizhzhia tem sido alvo de acusações de ambos os lados.
Apesar dos reatores da usina estarem desligados há meses, a operação ainda requer energia e uma equipe para garantir o funcionamento dos sistemas de refrigeração e demais recursos de segurança. A localização da usina próxima à linha de frente dos combates torna a situação ainda mais delicada e sujeita a riscos.
Diante desses acontecimentos, a comunidade internacional continua em alerta para possíveis desdobramentos e a manutenção da segurança nessas instalações nucleares tem se tornado uma prioridade para evitar uma catástrofe.
