Segundo apurações, Jair Bolsonaro estava em sua residência no condomínio Jardim Botânico, enquanto as explosões ocorriam por volta das 19h30. Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro estavam em um jantar na embaixada do Bahrein, acompanhados por outros parlamentares bolsonaristas, como Jorge Seif, Caroline de Toni e Paulo Bilynskyj.
Enquanto isso, o presidente Lula já havia deixado o Palácio do Planalto e se reunido com ministros do STF no Palácio da Alvorada. As explosões paralisaram as sessões do Senado e da Câmara, levando os parlamentares a serem escoltados para deixar o Congresso.
O presidente da Câmara, Arthur Lira, não estava em Brasília no momento do atentado. Ele estava em um voo de volta para São Paulo e só ficou sabendo do incidente ao pousar. O clima de tensão se instaurou na capital federal, com a Polícia Federal investigando as explosões como um possível atentado terrorista.
O episódio marcou uma noite de caos e violência em Brasília, com autoridades e políticos sendo alvo de um ataque direto. O clima de insegurança e instabilidade política se destacou, trazendo preocupações sobre a segurança das instituições e dos líderes políticos do país. A investigação segue para apurar os detalhes e motivações por trás do atentado, buscando garantir a justiça e a segurança necessárias para o funcionamento do Estado.
