Ataque a STF em Brasília deixa homem-bomba morto e bolsonaristas em choque após explosões na capital federal

Na noite de quarta-feira (13/11), Brasília foi palco de um ataque explosivo contra o Supremo Tribunal Federal (STF), envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, seus filhos e aliados bolsonaristas. O responsável pelo atentado, Francisco Wanderley Luiz, acabou morrendo no incidente.

Segundo apurações, Jair Bolsonaro estava em sua residência no condomínio Jardim Botânico, enquanto as explosões ocorriam por volta das 19h30. Eduardo Bolsonaro e Flávio Bolsonaro estavam em um jantar na embaixada do Bahrein, acompanhados por outros parlamentares bolsonaristas, como Jorge Seif, Caroline de Toni e Paulo Bilynskyj.

Enquanto isso, o presidente Lula já havia deixado o Palácio do Planalto e se reunido com ministros do STF no Palácio da Alvorada. As explosões paralisaram as sessões do Senado e da Câmara, levando os parlamentares a serem escoltados para deixar o Congresso.

O presidente da Câmara, Arthur Lira, não estava em Brasília no momento do atentado. Ele estava em um voo de volta para São Paulo e só ficou sabendo do incidente ao pousar. O clima de tensão se instaurou na capital federal, com a Polícia Federal investigando as explosões como um possível atentado terrorista.

O episódio marcou uma noite de caos e violência em Brasília, com autoridades e políticos sendo alvo de um ataque direto. O clima de insegurança e instabilidade política se destacou, trazendo preocupações sobre a segurança das instituições e dos líderes políticos do país. A investigação segue para apurar os detalhes e motivações por trás do atentado, buscando garantir a justiça e a segurança necessárias para o funcionamento do Estado.

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