Dom Beto Breis expressou sua gratidão e admiração pelo Papa, descrevendo a experiência como profundamente marcante. Ele citou a simplicidade, gentileza e solicitude de Leão XIV, ressaltando o quanto esses aspectos o impressionaram. A entrega do presente serviu como uma forma de homenagem à Arquidiocese e ao contexto regional, uma vez que o esqueleto foi encontrado de maneira natural, simbolizando a conexão entre a fé e os pescadores da Lagoa da Manguaba, na Alagoas.
O arcebispo compartilhou o simbolismo do presente, explicando que a representação do Crucificado, acompanhada pela imagem do manto de Nossa Senhora, é uma lembrança dos pescadores locais, reforçando as raízes culturais e espirituais da região. “A nosso pedido, enviou uma bênção para toda a nossa amada Igreja de Maceió”, revelou Dom Beto, enfatizando a aproximação e a solicitude do Papa em relação à comunidade alagoana.
Esse gesto notável não apenas estreita laços entre o Vaticano e a Arquidiocese de Maceió, mas também serve como uma recordação da importância de manter vivas as tradições locais e a fé que une os povos. A visita e o presente simbolizam um intercâmbio rica de espiritualidade e cultura, relembrando a universalidade da Igreja e a importância da figura do Papa como um líder espiritual. Desta forma, o encontro se torna uma celebração da fé que transcende fronteiras e conecta comunidades por meio de gestos de carinho e respeito.
