A velocidade excessiva não apenas representa um risco elevado para os pedestres, como também para a vida dos animais silvestres que habitam a área. Na Marginal do Riacho Piauí, o limite estabelecido é de 50 km/h, com sinalizações visíveis ao longo do trajeto para assegurar que todos os motoristas estejam cientes dessa regulamentação. A agente de trânsito Emilly Rodrigues enfatiza essa questão, afirmando que “respeitar os limites de velocidade não é apenas uma regra, é uma atitude que salva vidas”, alertando que a presença de animais na via pode exigir uma resposta rápida e responsável dos condutores.
Quando um motorista avista um animal na estrada, é fundamental que ele diminua a velocidade imediatamente, sinalize para os veículos que seguem atrás e mantenha uma distância segura do animal. Essa prática pode evitar não apenas atropelamentos, mas também o impacto ambiental negativo provocado pela morte de fauna silvestre.
O agente ambiental Fabiano Xavier complementa a discussão ressaltando que o desrespeito à velocidade não traz apenas consequências imediatas, mas pode ser considerado um crime ambiental. Ele explica que, quando um animal é atropelado, os danos vão além da mera perda da vida do animal: há um impacto significativo no equilíbrio ecológico da região e, paralelamente, implicações legais para o motorista envolvido no incidente.
A mobilização para a preservação da fauna local reflete um esforço mais amplo para promover a coexistência harmoniosa entre o desenvolvimento urbano e a preservação ambiental, destacando a necessidade de uma condução responsável e consciente.





