Fellipe Barbosa, superintendente de Meio Ambiente, destacou que o principal objetivo do encontro foi identificar quais órgãos serão responsáveis pelo manejo dos animais silvestres que habitam às margens do Riacho Piauí. Durante a reunião, foram discutidas as competências de cada entidade e as possibilidades de colaboração mútua para a implementação do plano, refletindo a importância de uma abordagem integrada na proteção da biodiversidade local.
Estiveram presentes representantes de instituições cruciais para o sucesso desse projeto, como o Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), o Instituto SOS Caatinga, a Universidade Federal de Alagoas (Ufal), a Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), além de integrantes da Defensoria Pública, do Batalhão de Polícia Ambiental, da Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) e do Corpo de Bombeiros. A diversidade de participantes evidencia um comprometimento coletivo com a causa ambiental.
Um dos principais resultados do workshop foi a criação de um protocolo detalhado, que servirá como um “mapa do caminho” para gerenciar diversas situações envolvendo a fauna silvestre na região. Esse documento delineia claramente os passos a serem seguidos em casos de resgate, tratamento, reintrodução, além de envolver aspectos de pesquisa científica e educação ambiental.
Barbosa enfatizou que essa iniciativa é um marco no compromisso da administração do prefeito Luciano Barbosa com a agenda ambiental. Ele ressaltou a relevância de políticas públicas sustentáveis que não apenas promovam a conservação da biodiversidade, mas também garantam mais segurança para a população e para a fauna de Arapiraca. O workshop simboliza um passo significativo rumo a uma gestão ambiental mais eficaz e integrada, essencial para o futuro sustentável da cidade.









