Essas ovitrampas são armadilhas simples e de baixo custo, projetadas para atrair as fêmeas do mosquito. Elas funcionam como recipientes que permitem a coleta e análise dos ovos depositados, uma ferramenta importante para o monitoramento da população local de mosquitos. A escolha dos bairros que receberão essa novidade inclui o Centro, Brasília, São Luiz I, São Luiz II, Itapuã, Cavaco, Planalto, Jardim Esperança, Massaranduba e Padre Antônio Lima Neto.
Em um evento realizado no auditório do CRIA, as equipes responsáveis pelo combate às endemias receberam kits com os materiais necessários para a implementação do projeto. Antes disso, a SMS conduziu uma capacitação abrangente, que incluiu treinamento para supervisores, técnicos e laboratoristas. Este treinamento não se limitou a teoria; os participantes também passaram por atividades práticas em campo, com foco em vigilância entomológica e no uso eficiente das armadilhas.
A secretária municipal de Saúde, Rafaella Albuquerque, destacou que o enfrentamento ao Aedes aegypti requer planejamento e inovações. A utilização das ovitrampas representa um avanço importante para a vigilância em saúde, pois o monitoramento preciso do mosquito permitirá uma resposta mais ágil e estratégica das equipes, aumentando a eficácia das ações de combate.
Esse esforço é crucial em um momento em que é necessário intensificar as ações de controle, visando prevenir um aumento significativo nos casos de arboviroses. A monitorização das áreas com maior infestação possibilitará a adoção de medidas preventivas e resposta rápida, reforçando a rede de proteção à saúde da população de Arapiraca. A expectativa é que essa iniciativa não apenas mitigue a proliferação do mosquito, mas também conscientize a população sobre a relevância de colaborar nas ações de prevenção.





